coruja
sáb 30

Insanidade do amor

julho 2011

Não adianta. A gente pode até dizer ao mundo que não, mas não tem jeito. Gostar de alguém é abrir mão de parte da nossa sanidade. Podemos até defender que “dessa vez será diferente” e, de fato, com o tempo nosso coração fica mais preparado (ou seria armado?). É só ser atingido pela maldita flecha do cupido pra gente esquecer todas nossas teorias e promessas feitas depois da última dor de cotovelo.

O amor e a paixão possuem a incrível capacidade de ativar nosso lado mais irracional. Isso é óbvio. Para se deixar envolver, quanto menos raciocínio melhor. Não é ruim, não mesmo. Infelizmente, a parada boa vem acompanhada de um diagnóstico digno de consultório.

Quando estamos apaixonados, praticamente nos transformamos numa louca expressão do que não se deve fazer e falar numa relação. Coração palpitando? Isso é para os iniciantes e pré-adolescentes. A insanidade do amor é bem mais severa. O estágio avançado inclui pensamentos inconstantes, imaginação fértil, ansiedade aguda e total falta de atenção. Em casos mais críticos, entre os sintomas está a dor física. O cúmulo do absurdo, não? A gente brada por uma vida mais racional, mas ainda insistimos nessa. E caímos, tantas vezes, em situações patéticas. Tem cura?

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Um Comentário em "Insanidade do amor"

  1. Marcos
    31/07/2011 às 14:13    Link   

    Tem cura não…tem remédio (como escrevi no blog), mas ninguém lê a bula. :P
    Remédio de Tarja preta! :P

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